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Como ensinar matemática de forma divertida? Alguns estudantes rejeitam a aprendizagem da matemática porque o vêem como um processo complexo e enfadonho.

Aprendendo matemática de uma forma divertida

Alguns estudantes rejeitam a aprendizagem da matemática porque o vêem como um processo complexo, enfadonho e pouco motivador. É por isso que, neste blog, queremos compartilhar com vocês algumas recomendações para que crianças e jovens aprendam matemática de forma divertida.

Quebrar os preconceitos que caracterizam a matemática parece um desafio, pois durante anos se tem ensinado como realizar diferentes operações e cálculos, mas não como aplicá-los no mundo real. Portanto, aprender matemática pode ser uma experiência motivadora se são utilizados métodos lúdicos e atrativos.

Conheça mais sobre→ Como trabalhar a criatividade na sala de aula?

Aprender jogando

“A matemática é muito mais que aritmética, álgebra, geometria, estatística etc.; é uma forma de pensar que é utilizada para resolver diversos problemas que se apresentam em nossa vida diária, um modo de raciocinar; é um campo de exploração, pesquisa e invenção no qual novas idéias são descobertas a cada dia” (Sanches, 2016).

Uma das melhores maneiras de aprender matemática é através de recursos didáticos. Isto permite aos estudantes reconhecer elementos de sua realidade, trabalhar em equipe e desenvolver competências como a criatividade.

Como ensinar matemática de forma divertida? Alguns estudantes rejeitam a aprendizagem da matemática porque o vêem como um processo complexo e enfadonho.

Quando elementos de jogo são adicionados ao aprendizado, os estudantes estimulam a atenção, a memória e a imaginação (Muñiz, 2014). A implementação de jogos nos processos de aprendizagem ajuda os alunos a se sentirem atraídos e permite que eles se envolvam cada vez mais em suas aulas.

Saiba mais sobre→ Existem diferentes tipos de aprendizagem?

Alguns passos que você pode utilizar ao implementar estratégias de jogo:

  1. Determine os objetivos de aprendizagem e as regras do jogo.
  2. Escolha os materiais necessários para a atividade.
  3. Permite, se possível, que seja um jogo de trabalho em equipe.
  4. Deixe um espaço para perguntas no final para que os estudantes possam compartilhar o que aprenderam.
  5. Avalie o impacto no aprendizado dos estudantes.

Deve-se observar que o uso de “jogos” em sala de aula pode ser usado não apenas em aulas de matemática, mas em todas as áreas de estudo.

Como ensinar matemática de forma divertida? Alguns estudantes rejeitam a aprendizagem da matemática porque o vêem como um processo complexo e enfadonho.

CloudLabs Matemática

CloudLabs permite incorporar a gamificação nas aulas com o objetivo de que os estudantes aprendam, se apropriem dos conceitos de forma divertida e inovadora e, ao mesmo tempo, desenvolvam o pensamento computacional ao estarem imersos em um ambiente virtual que os desafia e os leva a fortalecer diferentes competências.

Além disso, facilita tomar conceitos geralmente abstratos, como as idéias de fração, função, limite, continuidade, entre outros, para usá-los como ferramenta para resolver uma problemática enquadrada dentro de um contexto real, já que as simulações CloudLabs são baseadas em modelos matemáticos amplamente estudados e implementados em diferentes áreas do conhecimento que buscam abordar de forma interdisciplinar o estudo dos tópicos habituais.

Nossa área de matemática facilita a compreensão da mesma como uma ferramenta para resolver situações em microbiologia, biotecnologia, indústria, economia, arquitetura, robótica e, claro, as outras áreas STEM: ciência, engenharia e tecnologia.

Referências:

Muñiz-Rodríguez, L., Alonso, P., & Rodríguez-Muñiz, L. J. (2014). El uso de los juegos como recurso didáctico para la enseñanza y el aprendizaje de las Matemáticas: estudio de una experiencia innovadora. Unión. Revista Iberoamericana de Educación Matemática, 39, 19-33.

Bedón Díaz, C. M., & Silva Constante, N. E. (2021). El juego como estrategia metodológica en el ámbito de relaciones lógico-matemáticas en niñas y niños de 4 a 5 años (Bachelor’s thesis, Quito: UCE).

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